Você já teve a sensação de que o edital de Direito Constitucional é infinito? Pois é. E o maior erro que eu vejo em 20 anos de sala de aula é o aluno tentar estudar tudo com a mesma intensidade.
Isso é suicídio acadêmico.
O segredo da aprovação não é saber tudo. É saber muito bem o que realmente cai. Existe uma regra no mundo dos concursos chamada Princípio de Pareto: 80% das questões saem de apenas 20% do conteúdo.
Se você quer garantir sua vaga, pare de perder tempo com rodapé de livro e foque nesses 4 pilares agora:
1. Direitos e Garantias Fundamentais (Art. 5º) Não tem para onde correr. É o campeão mundial de questões. Mas cuidado: a banca não quer mais saber se você decorou a letra da lei. Ela quer saber se você conhece a jurisprudência sobre invasão de domicílio, sigilo telefônico e liberdade de expressão.
2. Organização do Estado (Competências) Aquele pesadelo de decorar o que cabe à União, Estados e Municípios. O truque aqui não é decorar, é entender o interesse predominante. Se é interesse nacional, é União. Se é local, Município. Regional? Estado. No meu método, eu uso associações simples para você nunca mais confundir o Art. 21 com o 24.
3. Administração Pública (Art. 37 ao 41) Aqui o foco é servidor público. Teto remuneratório, acumulação de cargos e estabilidade. As bancas amam cobrar as exceções. Lembre-se: a regra é não acumular, mas a Constituição permite exceções (como dois cargos de professor).
4. Controle de Constitucionalidade O “bicho papão” dos concurseiros. A maioria deixa de estudar por achar difícil e é aqui que você passa na frente. Se você dominar a diferença entre Controle Difuso e Concentrado, você garante os pontos que seus concorrentes vão errar.
Conclusão: Não adianta ler a Constituição inteira uma vez e esquecer. É melhor ler esses 4 tópicos dez vezes. Quer ter acesso aos mapas mentais que resumem tudo isso em uma única página? Clique aqui e conheça os Mapas Mentais do Prof. Fabio Ramos