Dossiê FGV: Como Não Ser Derrubado pela Banca Mais “Interpretativa” do Brasil

Se você ouvir alguém falando “é só decorar a lei seca”, corra. Essa pessoa nunca fez uma prova da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

A FGV não é uma banca de “decoreba”. Ela é uma banca de raciocínio jurídico.

Enquanto outras bancas perguntam “O que diz o artigo X?”, a FGV conta uma história: “João, servidor público, fez tal coisa…”. Ela te dá um caso concreto e exige que você aplique a Constituição àquela situação.

As 3 Armadilhas da FGV em Constitucional:

  1. Textos Longos e Cansativos: Eles colocam um texto enorme no enunciado só para te cansar. Dica do Fabio: Vá direto para o comando da questão (a última frase) antes de ler o texto. Muitas vezes você nem precisa ler a história toda para responder.
  2. Português Jurídico: A FGV ama palavras difíceis e sinônimos complexos para conceitos simples. Eles não vão falar “o Presidente vetou”, vão usar termos mais técnicos para ver se você vacila.
  3. Interdisciplinaridade: Em Constitucional, eles adoram misturar conceitos com Direito Administrativo. Você precisa ter uma visão do todo.

Como Vencer a FGV? Treino de interpretação. Você não estuda para a FGV lendo, você estuda resolvendo questões. Você precisa entender o “jeito” que o examinador pensa.

No meu Curso Completo, eu tenho um módulo onde resolvo questões da FGV passo a passo, mostrando exatamente onde está a pegadinha no meio do texto. Pare de ter medo da FGV. Venha treinar com o Método Empossados

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